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E o rancor. Que rancor define um futuro? Para o bem, digo. Qual porção deste sentimento é capaz de encontrar sorrisos leves (sorrisos deveriam ser todos assim)? Ah sim. Cá estamos novamente, com a tragédia anunciada; a paixão mais uma vez nos fez sofrer. Mas que seja só o primeiro sofrimento, só ele. O do rancor, acredite, fará com que juros sejam cobrados. Juros de sofrimento. Juros. Juro.










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Hoje vi dois gigantes. Um, no ponto de ônibus por uma janela suja (dentro de um ônibus de cidade grande). Outro à esquerda da Rua Direita. Talvez trouxessem meu coração que sumiu de um longe onde eu o havia deixado. Deixei no longe, do longe, um dia, sumiu. Por cá apareceu. Por que voltou? Não gostava do clima frio? Das calçadas diferentes? Motociclistas sem capacete? Nada disso. Como se possuísse uma boca, talvez melhor que a própria boca original, o coração contou, com as bombeadas de um ritmo sem nação: um, dois, três. Depois confessou: saudade da saudade que só dá aqui.







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