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Talvez o que eu espere você não seja capaz de proporcionar. Gostaria de ser feliz contigo. Já sou, mas te queria mordendo a minha boca. Respondendo minhas perguntas, decifrando minha mente, renovando minhas dúvidas. Seria tudo mais laranja, amarelo, cor-de-rosa, seria como maio. Pois, sei também que o que quer de mim eu não posso te dar: deseja que eu siga minha vida sem você, que todas as minhas supostas mentiras sejam metidas dentro daquele vaso de uma sala que não tenho. Não posso, não existem mentiras, somente as que eu ainda não inventei. Sei que não precisarei. Continuo não jurando nada desde o dia em que a conheci.



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Um período de certeza,
a pessoa da vida, de toda ela.
Simpatia, beleza, ternura.
Os planos, todos, a têm como principal transformadora de rotinas.
De repente tudo muda, e não se tem a resposta que esperava.
Há um problema, expectativa demasiada.
E, ainda, simpatia, beleza, ternura.
Os encontros já ocorrem sem a alegria da certeza.
Sem esta, o fim se aproxima...
Chegou.
Deixou apenas simpatia, beleza, ternura.



..."
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Sinto-me preso dentro de casa. Sou um estranho em meu quarto. As convicções daqui não são como as do meu lar, a minha alma. Será que consigo fechar os olhos para atravessar a sala? Impossível, sempre que tentei fazê-lo eu sumi. Ouço diversos idiomas em conversas que não consigo compreender. Talvez nem queira, amo o meu Brasil, aquele país que, segundo Bandeira, é aquele que trazemos dentro da alma. Talvez seja o momento de entrar na avenida e desfilar, não há mais o que ensaiar, sempre há imprevistos. Chegou aquele momento em que o portão não possui mais chaves, é preciso sair, é preciso, preciso.


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