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Quando penso que te vi, o coração acelera. Tal que fico pensando se existe outra emoção. Na vida. Sabes que quando chego perto de ti, o verão aparece com força. Sei que não posso dar tudo o que mereces, pois precisaria de quatro mundos para isso, mas tudo o que conseguir pegar deste te darei. Te darei amor, já tens o meu, te darei carinho, já tens todo o meu. Te darei tudo o que eu conseguir carregar no meu colo, o que o presidente achar difícil, o que a criança quiser para brincar. Consigo a vida, o dia, a saudade e a saudade. Saudade de ficar preso contigo, e livre para te ver correr. A minha vida é assim agora, e espero que continue. Continua.










 

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E dizem que eu não quero a paz. Como ser a guerra se esta ainda não terminou? Não sabemos como é. Nas ruas pessoas andam sem seus rostos, apenas seguem a luz de uma televisão. Quando ela se apagou, as rodas de conversa frequentaram as salas de rodas de conversa. Penso que estas têm medo de luz. Crianças que temem o escuro ouvem conversas nas rodas. A vida brilha. Mas que pretensão a minha, salvar o mundo. Alguns similares são vendidos em feiras populares. Entulhos se espalham pelas calçadas, entulhos de gente. Pedintes ainda ouvem mentiras a todo instante, e nós sabemos que somos culpados por inventá-las. Vamos logo, partiremos às 6 horas, o rumo é longínquo. Ao menos ainda há rumo.






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Está tudo claro, ficou tudo escuro. De um, dois e três dias, de ontem, hoje e amanhã. Da vida, sem dúvidas, de uma vida que não consegue se levantar do sofá. O mundo precisa de pessoas boas, precisa de amor. Conseguiremos ser aqueles que se levantam do sofá. Isso é uma afirmação. Não deixaremos o mundo ir embora sem que lutemos por ele. Não conseguirei respirar se o mesmo se multiplicar, como tem sido até hoje. A televisão segue ligada, mas é tão óbvio que ela está nos deixando cegos. Por sua luz, por sua falta de luz também. Os livros seguem empoeirados, e as universidades fechadas para o povo. Que coisa é essa que não consegue ser mudada? Não conseguia, vamos mudar. Comecemos. A indignação já é a metade do caminho, a metade asfaltada. Entraremos na outra, a de terra, por isso não será confortável. Mas precisamos mudar. Precisamos. Precisamente, mudar.





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