Eu não existo. Sou uma máquina de palavras geradas aleatoriamente por um computador. Os sentimentos não são nada além de funções logarítmicas que me fazem pensar o que convém a todos e a ninguém. Mas algo deu errado. Me apaixonei. Pior, estou amando. Melhor, estou amando. Existe uma cura? Continuarei com as minhas impressões, fabricando discursos vazios, sofrendo calado por uma crença que me incrustaram na alma, se é que tenho uma.
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
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domingo, 13 de setembro de 2009
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Fiquei pensando em se estava bem. Talvez não muito bem, mas bem. O motivo de não chegar ao muito, neste momento, pensei, é que a vida muitas vezes nos reserva o futuro da maneira como ela quer que este seja conduzido, e que nem sempre concordamos com o caminho. Temos o pequeno pensamento de que sabemos o que é melhor. Penso que contra injustiças devemos lutar. Contra pobreza, tanto financeira quanto espiritual, também. E lutemos pela evolução da sociedade, da bondade, do amor, da tolerância, das relações, das boas relações. Lutemos pela natureza. Mas contra situações cotidianas não podemos. Há coisas que não devem ser, simplesmente porque não devem. E agora, em um exercício para relembrar várias situações, percebo que não há muito o que se fazer. Talvez assim seja o melhor mesmo, e confio, porque acredito, que a vida nos encaminha da melhor maneira possível, com as ferramentas que lhe apresentamos. Todas as vezes que teimamos em fazer o contrário, mesmo sabendo que este é o contrário, o caminho torna-se complicado e difícil. Por isso, vamos ouvir o tango de Manuel Bandeira, enquanto esperamos por outro pneumotórax.
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Fiquei pensando em se estava bem. Talvez não muito bem, mas bem. O motivo de não chegar ao muito, neste momento, pensei, é que a vida muitas vezes nos reserva o futuro da maneira como ela quer que este seja conduzido, e que nem sempre concordamos com o caminho. Temos o pequeno pensamento de que sabemos o que é melhor. Penso que contra injustiças devemos lutar. Contra pobreza, tanto financeira quanto espiritual, também. E lutemos pela evolução da sociedade, da bondade, do amor, da tolerância, das relações, das boas relações. Lutemos pela natureza. Mas contra situações cotidianas não podemos. Há coisas que não devem ser, simplesmente porque não devem. E agora, em um exercício para relembrar várias situações, percebo que não há muito o que se fazer. Talvez assim seja o melhor mesmo, e confio, porque acredito, que a vida nos encaminha da melhor maneira possível, com as ferramentas que lhe apresentamos. Todas as vezes que teimamos em fazer o contrário, mesmo sabendo que este é o contrário, o caminho torna-se complicado e difícil. Por isso, vamos ouvir o tango de Manuel Bandeira, enquanto esperamos por outro pneumotórax.
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
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Existe realmente um modo de fazer revolução no Brasil? Me pergunto isso a cada noite, e às vezes de manhã também. Qual seria a revolução ideal para um país que tem como uma das suas características mais bonitas a pacificidade. Contudo, esta vem acompanhada, talvez não no mesmo carro, da passividade. Então reside aí minha questão: como sair de uma sem que a primeira seja abalada, pois ela é, realmente, muito bonita, sabemos disso. Alguns autores dizem que a corrupção é algo que está arraigado dentro da nossa população, e ela dificulta sobremaneira a melhoria de vida das pessoas. O egoísmo, transformado em individualismo, também aparece como obstáculo dentro de uma busca. Mas como vamos mudar isso? Que revolução seria possível para que tenhamos um mundo mais justo? Revolução interior, isso é fato. Revolução esta que transformará as atitudes em algo sem consequências ruins. Me perco toda vez que começo a escrever sobre o assunto, o que revela minha total ignorância acerca de como fazer para amplificar a mudança. Enquanto isso vou fazer a minha parte. Tento dar amor às pessoas, atenção a elas, confio em todas que não me provaram ainda o contrário. Cuido da natureza. Divido meu dinheiro com quem não possui. Trabalho com o que gosto, faço o que gosto. Amo fazer o bem às pessoas. Amo ajudar as pessoas do meu dia-a-dia. Gostaria de saber fazer mais. Não tenho um guru, e talvez isso, apesar de me deixar um pouco perdido, acentue a minha autenticidade. Não sei se as pessoas deveriam ser como eu, mas deveriam ser corretas. Não dentro de um código pré-estabelecido, mas dentro das premissas do amor; amor ao ser humano. Talvez a grande revolução seja esta para nós brasileiros, a revolução interpessoal, revolução das relações interpessoais, melhor dizendo. Uma das ferramentas que existe é o amor, mas pode-se utilizar outras, de acordo com as aptidões individuais. Sejamos honestos conosco e com o mundo. Creio que esta seja a única revolução que é viável e que não trará outros tantos problemas quanto esses que estamos querendo resolver hoje, e que precisarão de uma outra revolução para saná-los.
Agora, como faremos isso? Como faremos? Como?
Agora, como faremos isso? Como faremos? Como?
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
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Me gostaria muito lembrar de escrever. Não para você, sobre. Uma coisa, não consigo te encontrar, há tempos. Assim, não me lembro da sua beleza, do seu sorriso. Não me recordo da meiguice, da transparência, ou do seu sorriso. Não há comigo fotos de chegadas ou partidas. Pior, não tenho o dia em que te conheci. A televisão perdeu as cores que havia ganho. Estamos em um bairro da década de 60. Ainda ando, só, pela calçada, fazendo força para encontrar algo que não sei bem. Não. Nunca houve nada que não fosse subjetivo, uma sensação. Afinal, descubro, devemos viver para esta, e não para o jeans. Paro no meio de uma rua sem ruídos, carros, pessoas. Somente a cidade me observa. Fecho os olhos e eles ganham lágrimas. A pele sente apenas o frio e o calor, juntos. Ainda não me lembro de você, mas sei que meus olhos brilham quando a vejo e, da boca um sorriso teima em sair sem que eu saiba o motivo.
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
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Talvez o que eu espere você não seja capaz de proporcionar. Gostaria de ser feliz contigo. Já sou, mas te queria mordendo a minha boca. Respondendo minhas perguntas, decifrando minha mente, renovando minhas dúvidas. Seria tudo mais laranja, amarelo, cor-de-rosa, seria como maio. Pois, sei também que o que quer de mim eu não posso te dar: deseja que eu siga minha vida sem você, que todas as minhas supostas mentiras sejam metidas dentro daquele vaso de uma sala que não tenho. Não posso, não existem mentiras, somente as que eu ainda não inventei. Sei que não precisarei. Continuo não jurando nada desde o dia em que a conheci.
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sábado, 15 de agosto de 2009
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Um período de certeza,
a pessoa da vida, de toda ela.
Simpatia, beleza, ternura.
Os planos, todos, a têm como principal transformadora de rotinas.
De repente tudo muda, e não se tem a resposta que esperava.
Há um problema, expectativa demasiada.
E, ainda, simpatia, beleza, ternura.
Os encontros já ocorrem sem a alegria da certeza.
Sem esta, o fim se aproxima...
Chegou.
Deixou apenas simpatia, beleza, ternura.
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a pessoa da vida, de toda ela.
Simpatia, beleza, ternura.
Os planos, todos, a têm como principal transformadora de rotinas.
De repente tudo muda, e não se tem a resposta que esperava.
Há um problema, expectativa demasiada.
E, ainda, simpatia, beleza, ternura.
Os encontros já ocorrem sem a alegria da certeza.
Sem esta, o fim se aproxima...
Chegou.
Deixou apenas simpatia, beleza, ternura.
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sábado, 8 de agosto de 2009
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Sinto-me preso dentro de casa. Sou um estranho em meu quarto. As convicções daqui não são como as do meu lar, a minha alma. Será que consigo fechar os olhos para atravessar a sala? Impossível, sempre que tentei fazê-lo eu sumi. Ouço diversos idiomas em conversas que não consigo compreender. Talvez nem queira, amo o meu Brasil, aquele país que, segundo Bandeira, é aquele que trazemos dentro da alma. Talvez seja o momento de entrar na avenida e desfilar, não há mais o que ensaiar, sempre há imprevistos. Chegou aquele momento em que o portão não possui mais chaves, é preciso sair, é preciso, preciso.
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Sinto-me preso dentro de casa. Sou um estranho em meu quarto. As convicções daqui não são como as do meu lar, a minha alma. Será que consigo fechar os olhos para atravessar a sala? Impossível, sempre que tentei fazê-lo eu sumi. Ouço diversos idiomas em conversas que não consigo compreender. Talvez nem queira, amo o meu Brasil, aquele país que, segundo Bandeira, é aquele que trazemos dentro da alma. Talvez seja o momento de entrar na avenida e desfilar, não há mais o que ensaiar, sempre há imprevistos. Chegou aquele momento em que o portão não possui mais chaves, é preciso sair, é preciso, preciso.
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Documentário Parque Estadual Serra do Mar Núcleo São Sebastião
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" Quem estava tentando não viver? A menina dos sentimentos em dobro, ou em triplo, já me esquecia. Encerrada em sua casa compro...
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" Sabe o que dói mais? Não é a falta que faz andar encostando os anéis, tampouco não te entregar aquela flor que peguei hoje. Não ter v...